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sexta-feira, janeiro 23, 2026

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Estagnação e queda afetam a indústria brasileira

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A produção industrial registrou, em novembro de 2025, variação nula (0,0%) na comparação com o mês anterior, quando tinha apresentado pífio 0,1% de “evolução”. Com isso, a indústria continua estagnada. Se comparado a novembro de 2024, os dados indicam que a indústria voltou a apresentar queda na produção com recuo 1,2%.

Os números fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o IBGE, a produção em novembro de duas das quatro grandes categorias econômicas e 15 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram queda, na comparação com o mês imediatamente anterior.

“A principal influência negativa foi registrada por indústrias extrativas, que recuou 2,6% em novembro”, informou o IBGE, em nota.

A pesquisa mostrou ainda resultados negativos nos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,6%), de produtos químicos (-1,2%), de produtos alimentícios (-0,5%) e de bebidas (-2,1%).

Nas grandes categorias econômicas com o recuo de 2,5% na comparação com o mês anterior, na série com ajuste sazonal, os bens de consumo duráveis registraram taxa negativa mais elevada em novembro de 2025.

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Ao apresentar queda de 0,6%, o setor produtor de bens intermediários teve o terceiro mês consecutivo de recuo na produção e no período acumulou perda de 1,8%.

A queda de 1,2% na produção industrial em relação a novembro de 2024, refletiu os resultados negativos em três das quatro grandes categorias econômicas, 16 dos 25 ramos, 51 dos 80 grupos e 54,4% dos 789 produtos pesquisados.

As principais influências negativas foram as atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-9,2%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,0%), além dos setores de produtos de metal (-6,8%), de produtos químicos (-1,8%), de produtos de madeira (-12,4%), de bebidas (-4,2%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-5,3%), de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-7,5%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-5,7%) e de móveis (-5,8%).

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