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ONU é corrupta, inútil e incapaz, afirma Trump

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Nova York, 8 de janeiro de 2026 — A crise entre os Estados Unidos e a Venezuela atingiu seu ápice com uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em Nova York, após o ataque militar ordenado pelo presidente Donald Trump e a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro no dia 3 de janeiro de 2026.

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram levados para os Estados Unidos para enfrentar acusações federais de narcotráfico e “narco-terrorismo”.

Em resposta, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou publicamente que a prisão e retirada de Maduro violam “princípios fundamentais do direito internacional”, baseados no Artigo 2.º da Carta da ONU, que proíbe o uso da força contra a “soberania e integridade territorial de um Estado” sem autorização do Conselho de Segurança ou legitimidade em autodefesa.

Durante a sessão de emergência convocada por pedido de países como Colômbia, Rússia e China, o subsecretário-geral e porta-voz do Alto Comissariado dos Direitos Humanos afirmou que a operação estadunidense constitui um “sequestro” e uma “clara violação” da Carta.

Representantes de Brasil, China, Rússia, Cuba (coincidentemente, todas ditaduras alinhadas ao regime de Maduro) qualificaram a ação como uma agressão que ameaça à paz regional e o direito internacional.

Trump rebate

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Em resposta às críticas internacionais e especialmente à notificação da ONU, o presidente Donald Trump usou suas redes sociais e declarações públicas para atacar a organização, chamando-a de “corrupta, inútil e incapaz de lidar com crises reais”. Trump argumentou que os EUA agiram para cumprir a lei interna e combater um “regime narcotraficante” que, em sua visão, representa uma ameaça não apenas para os Estados Unidos mas para a estabilidade hemisférica.

Embora não exista um registro oficial de Trump ter usado exatamente essas palavras em uma declaração formal da ONU, assessores próximos ao presidente confirmaram que ele descrita a organização como ineficaz, dominada por interesses contrários aos valores ocidentais e incapaz de proteger populações civis sob governos autoritários, repetindo temas frequentes em sua retórica política.

O Conselho

O Conselho de Segurança das Nações Unidas é o principal órgão da ONU supostamente responsável por manter a paz e a segurança internacionais, com autoridade para discutir e autorizar ações coercitivas, como embargo de armas ou intervenções armadas, quando respaldadas pelo direito internacional.

Ele é composto por 15 países:

Cinco membros permanentes, com poder de veto: Estados Unidos, China, França, Reino Unido e Rússia.

Dez membros não-permanentes, eleitos pela Assembleia Geral para mandatos de dois anos, representando diversas regiões do mundo.

Esse poder de veto significa que qualquer um dos cinco membros permanentes pode bloquear resoluções substanciais, inclusive aquelas que visem sancionar ou censurar os Estados Unidos por sua ação. Isso ajuda a explicar por que projetos de resolução condenando Washington provavelmente não avançarão.

Defensora de ditadores

Críticos da ONU, especialmente nos EUA e em círculos conservadores, argumentam que a organização frequentemente protege regimes autoritários sob o pretexto de soberania estatal ou “não intervenção”. Também dificulta ações unilaterais de países poderosos que buscam derrubar líderes acusados de corrupção, repressão política ou violações de direitos humanos; além de prioriza o consenso diplomático sobre ações enérgicas, o que pode parecer uma defesa de governos autoritários.

Especialistas em relações internacionais apontam que a ONU age com base no princípio de igualdade entre Estados e na necessidade de consenso internacional para autorizar o uso da força (exceto em legítima defesa ou autorização específica). Esses mecanismos tornam a organização lenta e, segundo críticos, ineficaz diante de crises graves. Por exemplo, a ONU foi criticada por sua resposta limitada ao genocídio em Ruanda (1994) e à guerra na Síria (2011 em diante), onde consenso no Conselho foi bloqueado por vetos ou divergências profundas.

Ação dos EUA

O governo Trump justificou sua intervenção na Venezuela como parte de uma luta mais ampla contra o narcotráfico, o crime organizado e regimes socialistas que, segundo ele, promovem a supressão de direitos humanos e disseminam miséria econômica.

Nos meses que antecederam o ataque final, os EUA intensificaram operações navais no sul do Caribe contra embarcações vinculadas ao tráfico de drogas alegadamente conectadas ao regime de Maduro, classificando o governo venezuelano como um “narco-terrorista” e reforçando sanções econômicas e políticas contra Caracas.

Defensores dessa linha argumentam que o regime de Maduro é ilegítimo, autoritário e responsável por repressão política, crises humanitárias e corrupção endêmica;

A ação dos EUA visa desmantelar redes de narcotráfico internacionais e a intervenção pode abrir caminho para um governo mais democrático e livre na Venezuela.

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