Desde o dia 1º de janeiro, a França aplica uma das reformas de imigração mais rígidas das últimas décadas, baseada na lei aprovada em janeiro de 2024. O objetivo é a “integração republicana”, exigindo que o estrangeiro prove domínio do idioma e adesão aos valores franceses.

Foram adotados novos níveis de domínio do Francês, já que anteriormente, os requisitos eram mais baixos ou focados apenas na fala. Agora, os níveis subiram para quase todas as categorias. E preciso conhecer, de fato, o idioma.
Além do idioma, é obrigatório passar em um teste de conhecimentos sobre a França que envolve História, cultura, geografia, sistema político e valores da República (como a laicidade). É necessário acertar ao menos 80% (32 de 40 questões).
Estrangeiros de fora da União Europeia (EU) agora precisam esperar até cinco anos de residência (ou 30 meses se estiverem trabalhando) para acessar certos auxílios.
O tempo mínimo de permanência na França para levar a família subiu de 18 para 24 meses. O custo para emitir ou renovar títulos de residência também aumentou significativamente em 2026.
O governo estima que milhares de pedidos de renovação possam ser negados por falta de proficiência linguística, o que pode levar à perda do status legal no país.


