João Pitella Júnior

Militantes de extrema-esquerda assassinaram Miguel Uribe e Charlie Kirk.
Outros militantes de extrema-esquerda tentaram matar Jair Bolsonaro e Donald Trump.
A extrema-esquerda aplaude o Hamas, que mata bebês e estupra, tortura e mata adolescentes.
Ah, mas a esquerda nunca é extrema, né?
Pessoas que pareciam ser apenas esquerdistas “normais” também começam a apoiar explicitamente os assassinatos de adversários políticos. Da mesma forma, aplaudem com entusiasmo ações de um Judiciário aparelhado para calar o campo conservador e instalar a tirania do pensamento único.
Mostram, assim, que parece não existir esquerda sem extremismo.

A verdade é que o projeto político da esquerda sempre foi o de eliminar qualquer contestação para instalar a ditadura do proletariado, o que exige atos extremos, inclusive assassinatos de adversários e até de aliados incômodos. É o que a História registra com fartura de dados.
A extrema-esquerda já foi mais sincera ao admitir os seus objetivos. Agora, disfarça suas arbitrariedades e crueldades sob o discurso hipócrita de “defesa da democracia” (aquela mesma que já confessou querer derrubar).
Porém, quando se sente muito poderosa, a extrema-esquerda deixa escapar suas verdadeiras intenções e sentimentos – que são sempre os mais vis, desumanos e rasteiros.
A coisa está feia, mas as máscaras já caíram.


