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segunda-feira, abril 13, 2026

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FIAGRO amplia acesso ao crédito para produtores

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Autor da lei que criou os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (FIAGROS) e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) avaliou 2025 como um ano de consolidação e expansão desse instrumento de financiamento do setor produtivo. Segundo ele, medidas como a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN), que autorizou fundos previdenciários a adquirirem cotas, e a ampliação do acesso das cooperativas aos financiamentos reforçam o sucesso do modelo.

“São decisões em que todos ganham: o cooperado passa a ter novas oportunidades de investimento, enquanto o produtor amplia as fontes para financiar sua atividade. No caso da CVM, a ampliação do acesso fortalece ainda mais o financiamento do agro”, afirmou Jardim.

Apesar dos avanços registrados em 2025, o ano também foi marcado por desafios. A atuação política da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) foi decisiva para a derrubada de vetos presidenciais que atingiam diretamente os FIAGROS, preservando o acesso ao crédito rural, a previsibilidade dos investimentos e a manutenção dos fundos como instrumento estratégico para o financiamento da produção agropecuária e a segurança jurídica de produtores e investidores.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), reforçou que a tentativa de taxação dos fundos colocava em risco o acesso ao crédito, a expansão das atividades no campo e os investimentos na vocação verde do Brasil — um agro cada vez mais sustentável, produtivo e comprometido com práticas de baixo carbono.

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“Não podemos permitir que a taxação prejudique fundos essenciais para o financiamento do setor. A manutenção do veto comprometia a competitividade, aumentava os custos para os produtores e reduzia a oferta de crédito”, afirmou Lupion.

O deputado ressaltou ainda que os FIAGROS já reúnem mais de 600 mil investidores, com ticket médio de R$ 15 mil, movimentando um volume superior a R$ 40 bilhões. Segundo ele, a taxação elevaria custos, restringiria o crédito e desaceleraria o desenvolvimento de setores estratégicos da economia produtiva brasileira.

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