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quarta-feira, janeiro 21, 2026

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Empreendedores brasileiros fogem para o Paraguai

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O Paraguai tem se destacado como destino de um número crescente de brasileiros em busca de alívio fiscal, energia barata e ambiente mais favorável ao empreendedorismo. Segundo levantamento de 2025, há estimativas de que mais de 263 mil brasileiros estejam vivendo hoje no país vizinho, um contingente maior do que se imaginava até então.

Os dados da Direção Nacional de Migrações do Paraguai registraram, só em 2025, cerca de 38,2 mil pedidos de residência por estrangeiros até outubro, dos quais 22.136 vieram de brasileiros, representando 57,9%.

Esse fluxo crescente não parece mais uma migração tímida de fronteira, mas uma resposta organizada à estrutura tributária e institucional de cada país.

O que atrai esses migrantes não é apenas uma fuga, é a busca por oportunidades. O Paraguai tem sido apresentado como “paraíso fiscal” em comparação com o Brasil: impostos menores sobre renda e empresas, energia mais barata e menos burocracia para montar negócios.

Para quem já cansou de ver o governo extorquir com impostos sem oferecer serviços ou segurança jurídica, a mudança deixa de ser exótica: torna-se racional.

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Esse êxodo, real ou em construção, revela uma falha grave da política arrecadatória brasileira: ao insistir em tributar fortemente quem produz e investe, sem contrapartida institucional ou estímulo à produtividade, o governo empurra uma parte significativa do capital para fora. O resultado é duplo: enfraquece o mercado interno e enriquece economias alheias às quais o investimento vai migrar.

Se essa tendência crescer, deixa de ser estatística para virar alerta estrutural. O Brasil vai perder não apenas pessoas, vai perder capacidade produtiva, empregos e perspectivas de desenvolvimento genuíno. Quem quer empreender já não enxerga mais o país como solo fértil, mas como terreno pedregoso.

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