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quarta-feira, maio 6, 2026

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Geração de empregos cai 35%

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O mercado de trabalho formal brasileiro voltou a dar sinais claros de enfraquecimento e economia em crise. Em outubro de 2025, o saldo de empregos com carteira assinada foi de apenas 85.147 vagas, segundo o Novo Caged. A cifra, já modesta, torna-se ainda mais reveladora quando comparada a outubro do ano anterior: uma queda de cerca de 35% em relação às 131,6 mil vagas criadas em 2024. Segundo o próprio governo, trata-se do pior desempenho para um mês de outubro desde a adoção da metodologia atual do Novo Caged, em 2020.

Os números desmontam o discurso de “aquecimento” da economia repetido pela equipe econômica. Revelam, na prática, uma desaceleração persistente, marcada pela menor disposição das empresas em contratar e pelo aumento das incertezas sobre o ambiente econômico. Comércio, serviços e indústria fecham o ano contratando menos do que o esperado, um sinal inequívoco da perda de tração da atividade produtiva.

O problema não está apenas na queda do emprego formal. A forma como o governo divulga a taxa de desemprego também contribui para uma percepção distorcida da realidade. A metodologia oficial, utilizada na Pnad Contínua, reduz artificialmente o índice ao incluir praticamente todos que fazem qualquer atividade remunerada, mesmo que esporádica, informal ou insuficiente para garantir renda mínima. Pessoas que trabalham poucas horas, que realizam bicos, que prestam serviços ocasionais ou que desistiram de procurar emprego são classificadas de modo que ajudam a “melhorar” o número final.

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O resultado é um indicador que cai, enquanto a vida do trabalhador continua difícil. Menos pessoas são consideradas “desempregadas” não porque encontraram um emprego digno, mas porque foram empurradas para ocupações precárias ou saíram das estatísticas. Na prática, o índice oficial mascara a pressão real sobre o mercado de trabalho e serve como argumento político para sustentar a narrativa fictícia de pleno emprego.

Ao somarmos o pior outubro em cinco anos com a maquiagem estatística que suaviza o desemprego, o quadro fica evidente: a política econômica atual não gera empregos de qualidade, não estimula a produtividade e não cria um ambiente de confiança para empresas investirem e contratarem. O governo comemora índices que não refletem a realidade das ruas, enquanto o brasileiro enfrenta renda apertada, informalidade crescente e poucas perspectivas de melhora.

Os números de outubro não são um acidente. São um retrato fiel da condução econômica: intervencionista, arrecadatória e cada vez mais desconectada das necessidades reais de quem produz e de quem precisa trabalhar para sobreviver.

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