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segunda-feira, maio 16, 2022

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Um defensor isento da liberdade de expressão

RENATO RIELLA
Maurício Souza, o jogador atingido por um patrulhamento neurótico, que pensa dominar o Brasil, pode ser o deputado federal mais votado em 2022 – se decidir ser candidato. Ele tinha 300 mil brasileiros que acompanhavam suas postagens em redes sociais. Hoje está se encaminhando para três milhões – depois que foi massacrado pelo que chama de lacrolândia.
O atleta, que até então parecia ser discreto, virou mito, depois de banido do vôlei brasileiro (até da Seleção!), apenas por uma discreta emissão de opinião. Ele, assim como a maioria da população reconhecidamente masculina, ficou chocado com o desvio de imagem do ídolo Super-Homem.
O espaço de marketing masculino, construído em 60 anos pelo herói dos quadrinhos, foi repentinamente ocupado pelo poderoso lobby gay. Por exemplo, confesso que virei jornalista por causa de Clark Kent, nas suas convivências de redação (inclusive namoro hétero). Sonhava em repetir sua performance de repórter.
De repente, quase todo homem (e muitas mulheres) pensaram: “Agora os caras exageraram. Até o Super-Homem?”, mas não esqueçamos que os extremistas gays, numa atitude escrota, já haviam atingido o próprio Jesus Cristo. Atacaram um ser espiritual assexuado (como todo ser espiritual), que foi amplamente retratado como homossexual…isso sem nenhuma referência histórica.
Assim, Maurício Souza chega ao mundo político como um novo líder, mas não vem como um anti-gay, que não é. Ele passa a ser o mais puro defensor da liberdade de expressão, e não tem o vício dos blogueiros bolsonaristas, que acabam presos e processados.
Maurício Souza não será perseguido pelo Ministro Alexandre de Moraes, pois o seu discurso não é partidário, nem ideológico. É apenas lógico. Todos nós, relativamente calados, precisamos ter liberdade para comentar temas polêmicos, sem lacração.
Hoje, os movimentos gays estão atuando em clima de monólogo. Até mesmo os gays que não concordam com os exageros ficam calados. Estão amordaçados por narrativas únicas, radicais, aceitas pela extrema imprensa.
Ninguém quer ver o gay banido pela sociedade. Pelo contrário! Adoramos Renato Russo, Leonardo da Vinci, Ney Matogrosso, Marina Lima, Gal Costa e muitos outros, mas tudo tem limite.
Aí surgiu Maurício Souza e…
(A propósito, o eleitorado gay no Brasil é bem menor do que 10% da população).

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