19.5 C
Brasília
sexta-feira, janeiro 23, 2026

ANUNCIE

Preço da cesta básica dispara

No Brasil, entre três pessoas, uma é analfabeta funcional. Você sabia que o QI do brasileiro está abaixo da média mundial? CLIQUE NO LIVRO E SAIBA MAIS

Em dezembro de 2025, a cesta básica ficou mais cara em 17 capitais brasileiras. A conclusão é da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, um levantamento divulgado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), junto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A elevação mais importante ocorreu em Maceió, onde o custo médio da cesta variou 3,19%. Em seguida, aparecem Belo Horizonte, com aumento de 1,58%; Salvador (1,55%); Brasília (1,54%); e Teresina (1,39%).

Um dos principais responsáveis pelo aumento no preço da cesta foi a carne bovina de primeira, que subiu em 25 das 27 capitais. Segundo os responsáveis pela pesquisa, a alta no preço da carne pode ser explicada pelo aquecimento da demanda interna e externa e pela oferta restrita do produto.

Batata em alta

A batata também apresentou alta em todas as capitais, com exceção de Porto Alegre, onde o preço do produto caiu 3,57%. No Rio de Janeiro o aumento chegou a 24,10%. Esse aumento pode ser explicado pelas chuvas e pelo fim da colheita.

A cesta básica mais cara do país continua a ser a de São Paulo, onde o custo médio chegou a R$ 845,95, seguida por Florianópolis (R$ 801,29), Rio de Janeiro (R$ 792,06) e Cuiabá (R$ 791,29). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 539,49), Maceió (R$ 589,69), Porto Velho (R$ 592,01) e Recife (R$ 596,10).

Você sabia que quase 30% dos empregados das empresas são analfabetos funcionais, incapazes de entender instruções escritas ou escrevê-las? CLIQUE NO LIVRO E SAIBA MAIS

Com base na cesta mais cara do país, que em dezembro foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário-mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o salário-mínimo em dezembro deveria ser de R$ 7.106,83 ou 4,68 vezes maior que o mínimo de R$ 1.518,00.

Salário mínimo bruto e líquido em 2026

  • Salário mínimo bruto: R$ 1.621
  • Desconto obrigatório (INSS – 7,5%):
  • Salário líquido: R$ 1.499,42.

O quanto do salário a cesta básica consome:

(levando em conta os preços de dezembro e o atual valor do salário-mínimo)

  • São Paulo: 56,40 %
  • Florianópolis: 53,44 %
  • Rio de Janeiro: 52,83 %
  • Cuiabá: 52,78 %
  • Aracaju: 35,97 %
  • Maceió: 39,33 %
  • Porto Velho: 39,47 %
  • Recife: 39,74 %

(Todas as porcentagens são arredondadas para duas casas decimais.)

O que isso significa?

Mesmo depois do desconto do INSS, as cestas básicas nas capitais mais caras chegam a consumir mais da metade do salário líquido.

Imposto de Renda: não incide sobre esse salário, pois o piso está isento devido à nova faixa de isenção em vigor.

Outros possíveis descontos (como vale-transporte ou vale-refeição) não foram incluídos porque variam de acordo com convenção/empresa.

relacionados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Fique conectado

667FãsCurtir
756SeguidoresSeguir
338SeguidoresSeguir
- Publicidade -spot_img

Últimos artigos