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segunda-feira, maio 18, 2026

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O anão diplomático vai revidar ao tarifaço de Trump?

Ray Cunha

O plano do Foro de São Paulo ia de vento em popa. O plano era instalar ditaduras comunistas na Ibero América, com ajuda da China, criar um bloco, o Brics, capaz de derrubar o dólar e ajudar o Irã a fabricar bombas atômicas. Tudo com dinheiro americano, da Usaid (United States Agency for International Development, Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional), então controlada pelo Partido Democrata, onde os comunistas americanos se camuflam.

Os presidentes democratas vinham se sucedendo. Estava tudo às mil maravilhas para os comunistas, até que o republicano Donald Trump ressurgiu das cinzas, literalmente, pois, além de o lincharem politicamente, com ajuda da imprensa americana prostituída, tentaram assassiná-lo e quase o conseguem. Trump tomou posse em 20 de janeiro deste ano e tudo mudou a partir dali.

No Brasil, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro passou por uma Via Crucis semelhante à de Trump. Atualmente, acusado de golpe de Estado, em um processo kafkiano, se for preso será morto na prisão, pois anda mal das pernas devido a uma facada, que quase transfixa seu baixo ventre, aplicada por um militante da esquerda, Adélio Bispo de Oliveira.

Trump anunciou tarifa de 50% para vários produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos, a partir de 1º de agosto. O tarifaço inclui, entre outros produtos, café, carnes, sucos, madeira, açúcar e etanol.

Trump explicou as razões para a tarifa de 50% em carta endereçada a Lula, publicada na sua rede social, Truth Social, Trump esclarece:

“(…)Devido em parte aos ataques insidiosos do Brasil às eleições livres e aos direitos fundamentais de liberdade de expressão dos americanos (conforme recentemente ilustrado pela Suprema Corte brasileira, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS às plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com milhões de dólares em multas e despejo do mercado de mídia social brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todo e quaisquer produtos brasileiros enviados para os Estados Unidos, desvinculados de todas as tarifas setoriais. As mercadorias transbordadas para fugir desta tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais elevada.

Além disso, tivemos anos para discutir nossa relação comercial com o Brasil e concluímos que devemos nos afastar da relação comercial de longa data e muito injusta gerada pelas políticas tarifárias e não tarifárias e pelas barreiras comerciais do Brasil. Nosso relacionamento tem estado, infelizmente, longe de ser recíproco.

Por favor, entenda que o número de 50% é muito menor do que o necessário para termos condições de concorrência equitativas que devemos ter com o seu país. E isso é necessário para retificar as graves injustiças do atual regime.

Como você sabe, não haverá tarifa se o Brasil, ou empresas de seu país, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos Estados Unidos e, de fato, faremos todo o possível para obter aprovações de forma rápida, profissional e rotineira, em outras palavras, em questão de semanas.

Se por algum motivo você decidir aumentar suas tarifas, então, qualquer que seja o número que você escolher para aumentá-las, será adicionado aos 50% que cobramos. Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os muitos anos de políticas tarifárias e não tarifárias e barreiras comerciais do Brasil, causando esses déficits comerciais insustentáveis ​​contra os Estados Unidos.

Este déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional! Além disso, devido aos contínuos ataques do Brasil às atividades de comércio digital de empresas americanas, bem como outras práticas comerciais injustas, estou instruindo o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 do Brasil.

Se você deseja abrir seus mercados comerciais até então fechados para os Estados Unidos e eliminar suas políticas e barreiras comerciais tarifárias e não tarifárias, talvez consideraremos um ajuste nesta carta.

Estas Tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo da nossa relação com o seu país. Você nunca ficará desapontado com os Estados Unidos da América”.

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), comentou, com seu entusiasmo de sempre: “Eu não vejo nenhuma razão para aumento de tarifa em relação ao Brasil. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. Então, é uma medida que em relação ao Brasil é injusta e prejudica a própria economia americana”. Ou seja, calado, Alckmin é mais convincente.

Lula disse que vai também taxar. Aliás, seu ministro da Economia, Fernando Taxadde, já vem taxando tudo.

Leia O CLUBE DOS ONIPOTENTES e O OLHO DO TOURO, deste autor. Toda a história de Lula e seu ídolo e mentor Fidel Castro, do Foro de São Paulo e de como começou a pandemia do comunismo estão nestes dois romances ensaísticos, que compõem uma trilogia; o terceiro volume será publicado em 2026.

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