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sexta-feira, maio 1, 2026

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Tarcísio aumenta o salário mínimo para R$ 1.874

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O Governo de São Paulo enviou para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) o projeto de lei que estabelece o novo salário mínimo estadual às vésperas do Dia do Trabalho, celebrado nesta sexta-feira (1º). O valor deverá chegar a R$ 1.874 em 2026, um aumento de quase 50% nesta gestão.

O valor do salário mínimo paulista será 15,6% maior em relação ao atual piso nacional de R$ 1.621. A diferença de R$ 253 representa um diferencial que reflete o impacto positivo da política paulista de proteção à renda. O reajuste nominal é de 46% sobre o piso estadual pago em 2022, de R$ 1.284. O valor contempla mais de 70 categorias profissionais.

“Com o novo valor do salário mínimo paulista, chegamos a R$ 590 a mais do que era pago há quatro anos. Uma valorização que chega a 46% no período e que beneficia mais de 70 categorias previstas em lei. É mais um reflexo do diálogo com que gera oportunidades para que São Paulo avança na direção certa, com desenvolvimento econômico que dá mais dignidade e poder de compra para nossos trabalhadores”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.

Com valor 46% acima do piso estadual de 2022, o salário mínimo paulista garantiu desempenho melhor que o nacional, que teve aumento nominal de 33,7% no mesmo intervalo. O piso paulista mais que dobrou em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que foi de 19,5% no período.

Servidores

O Governo do Estado de São Paulo enviou à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo na quarta-feira (29) o Projeto de Lei nº 385/2026 que prevê a concessão de um abono complementar para servidores públicos estaduais.

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A proposta estabelece que servidores que recebem abaixo de um valor mínimo mensal terão direito a um complemento. Os valores definidos são de R$ 1.874,36 para jornada completa, R$ 1.405,77 para jornada comum e R$ 937,18 para jornada parcial.

O abono será aplicado a funcionários das secretarias estaduais, da Procuradoria Geral do Estado, da Controladoria Geral do Estado e também das autarquias. A regra também vale para aposentados e pensionistas que têm direito à paridade salarial.

Para calcular quem terá direito ao benefício, o governo considera a soma dos ganhos fixos do servidor, como salário e gratificações permanentes, excluindo itens como adicionais, auxílios e prêmios específicos. Segundo o Executivo, a proposta foi elaborada com base em estudos das áreas de planejamento, gestão e finanças do Estado.

O texto também revoga a legislação anterior sobre o tema e prevê que a nova regra passe a valer a partir do mês seguinte à sua publicação. O projeto tramita em regime de urgência e aguarda agora a análise dos deputados.

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