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sábado, janeiro 3, 2026

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O Anticristo avança: o império que não dorme

Marcos Machado

No Brasil, entre três pessoas, uma é analfabeta funcional. Você sabia que o QI do brasileiro está abaixo da média mundial?

Por séculos, impérios se levantaram e caíram sob o peso da própria ambição. Roma dominou o mundo antigo pela espada, mas sucumbiu ao luxo e à decadência moral. Outras potências se ergueram sobre as ruínas dos vencidos, buscando impor não apenas sua força, mas também sua fé, seus costumes e identidade. O método mudou, mas o propósito permaneceu o mesmo: subjugar o diferente, destruir o que resiste, e apagar o passado para reescrever a história segundo uma nova ordem.

A humanidade conheceu em tempos remotos invasões que devastaram culturas inteiras. Povos conquistados foram obrigados a renunciar à própria identidade, adotar a língua do dominador e seus costumes, e se curvar diante de um novo “deus”. As ruínas dessas civilizações: templos convertidos, bibliotecas queimadas, mulheres escravizadas, hoje são testemunhos silenciosos de um poder que não tolera oposição.

Essa forma de dominação não se faz mais com exércitos montados, mas com algo ainda mais eficaz: a colonização demográfica e cultural. Onde antes ressoavam sinos e se celebrava a liberdade de pensamento, hoje se erguem vozes que exigem submissão. A tomada não se dá por armas, mas por ventre e fé, pela expansão de comunidades fechadas que não assimilam, apenas substituem. O domínio é paciente, gradual, silencioso.

Você sabia que quase 30% dos empregados das empresas são analfabetos funcionais, incapazes de entender instruções escritas ou escrevê-las?

O que antes se impunha com a espada, agora se impõe acobertado pelo discurso da hospitalidade, da acolhida e da compaixão humanitária. Sob o pretexto de salvar refugiados e proteger minorias, abre-se espaço para a entrada de uma força civilizacional que não busca convivência, mas supremacia. O Ocidente, envergonhado de sua história e desarmado de sua fé, rende-se sem perceber.

O Anticristo não surge como um governante tirano, mas como uma ideia missionária disfarçada de necessidade humanitária. Ele destrói templos pela demografia, não pela dinamite; substitui valores pela culpa; e conquista sem batalha, porque quem deveria resistir já duvida de si mesmo. Assim, o império avança sem bandeiras, sem generais, mas com a mesma ambição de sempre: eliminar toda forma de luz que resista às trevas.

Enquanto o ocidente observa, o anticristo avança silencioso, e se prolifera como praga urbana e, aos poucos, vai invadindo e eliminando o cristianismo.

*Jornalista profissional diplomado, editor do portal Do Plenário, escritor, psicanalista, cientista político ocasional autoproclamado, analista sensorial, enófilo, adesguiano, consultor de conjunturas e cidadão brasileiro protegido (ou não) pela Constituição Brasileira, observador crítico da linguagem e da liberdade

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