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sábado, janeiro 3, 2026

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Brasil rompe 2026 com risco de falências em massa

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O Brasil vai romper 2026 com sinais contraditórios: enquanto o governo federal festeja índices de desemprego baixos, a realidade de muitas empresas aponta para um ambiente de grave estresse financeiro e risco elevado de falências já no início do ano.

Segundo dados oficiais de entidades privadas, o número de empresas com dívidas e negativadas no Brasil atingiu recorde histórico em 2025. O relatório mais recente da Serasa Experian aponta que cerca de oito milhões de CNPJs estavam negativados em julho de 2025, com dívida média elevada e tendência de piora sequencial nos meses seguintes; situação que sugere uma pressão contínua sobre a sobrevivência de micro, pequenas e médias empresas.

Dados anteriores já indicavam 7,2 milhões de empresas inadimplentes, o equivalente a quase um terço dos negócios ativos no país em 2025, e crescimento expressivo nos pedidos de recuperação judicial, um forte indício de que muitas corporações buscam evitar a falência formal.

O ambiente de crédito restrito e juros elevados, com a taxa Selic ainda em patamares altos durante parte do ano, tem contribuído para esse quadro, aumentando o custo do capital e reduzindo a capacidade de rolagem das dívidas empresariais.

Em contrapartida, as estatísticas governamentais mostram um desemprego em níveis historicamente baixos, com a taxa fechando 2025 em cerca de 5,2% nos três meses até novembro, menor índice desde o início da série histórica do IBGE em 2012. Mas essa aparente recuperação do emprego contrasta com o quadro das empresas. O governo alardeia índices positivos duvidosos, enquanto uma massa enorme de micro e pequenas empresas luta pela sobrevivência diante de custo tributário elevado, crédito caro e fraca demanda doméstica.

Economistas e empreendedores apontam que a política econômica brasileira nos últimos dois anos combinou tributos elevados, burocracia complexa e juros altos, criando um ambiente hostil para negócios. Embora o governo argumente que a arrecadação recorde mostra saneamento fiscal, a pressão tributária real sobre as margens empresariais segue sendo um dos principais entraves ao crescimento sustentável de negócios.

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Em 2025, por exemplo, várias medidas tributárias que impactaram negativamente a operação de empresas, como tributações sobre importações e operações financeiras propostas, geraram prejuízos consideráveis em setores específicos, evidenciando que a política de arrecadação pode estar onerando mais do que estimulando a atividade produtiva.

Reformas tributárias que entram em vigor em 2026 criam um período de transição complexo em que empresas terão de conviver simultaneamente com regimes antigos e novos, elevando custos de conformidade e incertezas de planejamento.

Especialistas alertam que a combinação de alta inadimplência empresarial, crédito restrito e ambiente tributário desafiador pode empurrar muitas empresas à falência formal em 2026, mesmo se as estatísticas oficiais de emprego continuarem a mostrar taxas baixas de desemprego.

Esse cenário de “emprego estável, mas empresas endividadas” não é sustentável indefinidamente: sem política econômica orientada à redução do custo de fazer negócios e estímulos ao crédito produtivo, a baixa do desemprego pode simplesmente mascarar uma profunda deterioração do tecido empresarial, com aumento de informalidade, precarização do trabalho e redução de investimentos no médio prazo.

Brasil entra em 2026 com um sério risco ampliado de falências empresariais, especialmente de pequenos e médios negócios, fruto de um ambiente tributário pesado e complexo, juros altos e crescimento de inadimplência, tudo isso em forte contraste com os dados governamentais de desemprego, que mostram níveis recordes de ocupação, mas que nem de longe contam a história completa da saúde econômica do país.

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